domingo

Não!

“Diz-lhe que não, diz-lhe que tudo acabou
Que é sempre mais feliz aquele que mais amou
Chega de juras de amor
Promessas de amor eterno
Para algum tempo depois
Voltarmos ao mesmo inferno
Por vezes é mesmo assim
Não há outra solução
Dói muito dizer que sim
Dói menos dizer que não
Diz-lhe que não, diz-lhe que tudo acabou
Que é sempre mais feliz aquele que mais amou
Diz-lhe que chega de ouvir as frases habituais
Chamam-me a maior paixão da vida, coisas banais
Maior ou não pouco importa
Ser a única isso sim
Diz-lhe que não me enganou
Enganou-se ele por mim
Diz-lhe que não, está na hora de acabar
Mas por favor não lhe digas que ainda me viste chorar”
Lúcia Moniz

Uma realidade tantas vezes próxima, uma decisão tantas vezes distante, uma certeza infinitamente certa, uma dorzinha que vai moendo e que já começa a deixar marca!
Não gosto assim, não quero assim, não ME permito assim!
Começo por deixar de ser sombra, opção, apetite, corpo, desejo, raça... Quero ser sol, certeza, vontade, alma, paixão! E vou ser, amanhã, depois, depois, quando não sei, mas vou ser!
Nunca me doeu pouco dizer que não, acredito que até pode doer UM BOCADINHO menos, mas ainda assim, dói que se farta! Rasga bocadinhos de pele e deixa transparecer todo o mau feitio e o mau humor, deixa passar para fora toda a imagem fragilizada de quem FINALMENTE percebeu qual é o problema! E o problema…somos nós.

segunda-feira

Sabor...

Irritas-me!
Sabes que me irritas! Quase tanto como este pacote de chicletes…Que devoro com um prazer enorme, que me traz o cheiro do verão, e que me faz rir sempre que me lembro das nossas “discussões” sobre um SIMPLES pacote de chicletes! Porque discutimos por tudo, da mesma forma que discutimos por nada! Somos assustadoramente irritantes um com o outro!
Ainda assim…
Boas férias!